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KATIA D ANGELO

KATIA D ANGELO

Katia Rebibout D'Ângelo | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil | 12/12/1951


Biografia: Kátia Rebibout D’Angelo, conhecida por Kátia D´Angelo, nasceu no dia 12 de dezembro de 1951, na cidade do Rio de Janeiro. Foi criada em Copacabana, e anos mais tarde foi pioneira da Barra da Tijuca, onde mora há 38 anos. Antes de trabalhar como atriz, Kátia era instrumentadora cirúrgica, trabalhava num consultório de cirurgia plástica. Não fazia muitas coisas no trabalho, pois a clínica era nova e sem muita clientela, mas sentia a necessidade de mostrar as poesias que escrevia para pessoas que fossem capazes de dar opiniões claras. Foi nessa época que descobriu um bar freqüentado por gente de teatro, conheceu atores e viu a maioria das peças que estava em cartaz na época. Ficou sabendo que o diretor Pedro Porfírio queria montar o elenco da peça infantil “Faça Alguma Coisa pelo Coelho, Bicho”, então foi procurá-lo. Ficou com o papel principal da peça que se tornou o maior sucesso infantil de 1974. Assim que finalizou a temporada da peça recebeu novos convites para fazer filmes de publicidade, outra peça chamada “Cabalar”, duas figurações nas novelas “Supermanoela” e “O Espigão” e seu primeiro filme “As Deliciosas Traições do Amor”, de 1975. Depois, veio seu papel de maior destaque na Tv, alcançando o Brasil todo com a personagem Tuninha da novela “Anjo Mau”, em 1976. Na televisão foi destaque em novelas como “Nina” (1977), “Pecado Rasgado” (1978), “O Amor é Nosso” (1981) e “Pantanal” (1990). No cinema, estreou em 1975, em ‘Deliciosas Traições de Amor’ - episódio de Domingos de Oliveira - e em ‘A Extorsão’’, de Flávio Tambellini. Em 1976, o cineasta Luiz Fernando Goulart reuniu duas promissoras atrizes, Kátia D’Angelo e Denise Bandeira, para protagonizarem ‘Marília e Marina’. Em 1977, recebeu o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado, pela atuação elogiada em ‘Barra Pesada’, de Reginaldo Faria. Em 1979, Kátia D’Angelo protagonizou ‘O Caso Cláudia’, filme de sucesso sobre o comentado e bárbaro assassinato de Cláudia Lessin Rodrigues, irmã da atriz Márcia Rodrigues, ocorrido em 1977. Depois de anos afastada do cinema, a atriz retorna em ‘Fulaninha’, do saudoso diretor David Neves, em 1986, para ficar mais uma década longe das telas, só voltando em 1996, em ‘O Lado Certo da Vida Errada’. Os anos 90 foram difíceis para Kátia D’Angelo, que teve o filho assassinado. Em 2002, a atriz foi homenageada no Festival de Gramado, onde fez um protesto contra a violência e a impunidade pela morte do filho.

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